quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sua Falta Desesperadora


Faz quatro dias que tua estrela se apagou
E a falta da tua luz,
Confunde ainda mais o meu caminho.

Não há horizonte, não há rota...
Destino traçado em folha,
Borrado se faz em meio às lágrimas.

É como se nunca existiras,
É como se nunca estiveras estado aqui,
É como um sonho bom que findou.

O velho coração nunca esteve tão só.
Nem tão vazio,
Com medo de tudo.

Teme por delirar tragédias,
Entristece por amargurar o passado,
Reza por um bem-querer supremo.

Clamor profundo, de alma doce...
De um sabor confuso,
De um custoso desfrute.

É um sucumbir sem fim,
Um desencontro que parece eterno...
Frágeis amores afogados em suas dores.